Essa dança revela um olhar sobre a cumplicidade de um ciclista e sua bicicleta, a tal ponto que a bicicleta ganha nome e quase vida própria. Influenciando nas escolhas de vida de seu condutor.
Vida periférica e a lida com tecnologias sociais de contenção da periferia como periferia. A obra apresenta três corpos periféricos na lida cotidiana contra mecanismos sociais de contenção, arranjados para evitar suas ascensões sociais. O público realiza uma volta de 360 graus durante a apresentação, que utiliza um container marítimo, andaimes e outros materiais utilizados na construção civil como palco/cenário.
“Angelina” é um espetáculo solo, com direção e atuação de Rosa Antuña. Um trabalho autoral de dança, teatro, música e poesia, envolvendo o universo da palhaça. Essa personagem traz um mundo poético e sensível, fazendo reflexões filosóficas sobre a sociedade em que vivemos, sobre a mulher e sobre a existência.
Mais que um evento, uma celebração da arte, da cultura e da paixão pela dança.
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