Ministrante: Marina Nabais
Marina Nabais nasceu em Luanda, viveu no Rio de Janeiro e em Amesterdão, e reside em Lisboa. Doutoranda em Artes Performativas pela Faculdade de Belas Artes, Lisboa. Mestre em Artes Performativas, especialização em Teatro do Movimento, pela Escola Superior de Teatro e Cinema, Lisboa (2011-2013). Bacharelato pela Escola Superior de Dança, ramo de Espetáculo, Lisboa (1992-1995). Pós-graduação na School For New Dance Development, Amesterdão (1995-1997). Tem o Curso de Dança na Comunidade do Fórum Dança de Lisboa (2006). Em 2003 cria a menina dos meus olhos, associação cultural, na qual desenvolveu vários projetos de dança/teatro em co-criação, até 2013. Em 2013, nasce Marina Nabais Dança, associação cultural, projeto artístico em nome próprio, com vários colaboradores. Como coreógrafa, destaca: Avesso (2008), Por um Rio ( 2011), O Peso de uma Semente (2013), Dançário (2014), De Seda (2015), CORPO-MAPA-LIVRO (2016), Na Ausência do Meu Corpo (2017), NO e Vagar (2018), Em Branco e Suspenso (2019), Projeto Silêncio (2020/2021), Corpo Espaço Luz (2021/2024), Pequenos Poemas Lá Fora (2022), Entropia (2022), Sussurrandar (2023), Com os Pés (2023/2024), O Que Resta (2024), Design Coreográfico (2025/2026).
O design coreográfico é uma investigação em movimento que procura afinar a atenção do corpo em diálogo com a natureza e cultura, constituindo-se como sistema pedagógico e artístico em constante transformação. Faz parte do doutoramento da coreógrafa e investigadora Marina Vieira Nabais (Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa) e assume-se como projeto transdisciplinar, cruzando a dança com as ciências sociais e humanas. Esta proposta assume a forma de laboratório vivo, onde se experimentam modos de regeneração e sustentabilidade a partir da articulação entre permacultura e movimento. O objetivo é abrir a arte à vida e devolver a vida à arte, dissolvendo fronteiras disciplinares e criando experiências inclusivas, acessíveis tanto a profissionais como a não profissionais. A heterogeneidade é assumida como força vital do processo, criando um espaço de utopia e expansão da prática artística para além dos limites institucionais
Ministrante: Ariadna Vaz
Formada em arquitetura e urbanismo pela PUC Goiás e em ballet clássico pela Royal Academy of Dancing. Especializações em Ballet Clássico pelo Joffrey Ballet (NYC) e Melissa Hayden (NYC) e em Jazz, Dança Contemporânea e Sapateado no Jazz Carlota Portela (R.J), Broadway Dance Center (NYC), Steps (NYC), Alvin Ailey (NYC) e Fred Benjamim (NYC). Coreografou para diversos grupos de dança e recebeu inúmeros prêmios em festivais nacionais, internacionais, inclusive como melhor grupo no New York City Dance Alliance, nos Estados Unidos e em programas da Rede Globo. Dirige o Studio Dançarte desde 1986 e a Dançarte Cia de Dança (atual FOHAT Cia. de Dança), onde além de diretora, é professora e coreógrafa e com a qual já realizou turnês pelo Brasil, Alemanha, França, Portugal, Turquia e Estados Unidos. Diretora executiva do Festival do Conselho Brasileiro da Dança (CBDD KIDS – Goiânia) e do Festival Internacional de Dança de Goiás.
Aula de jazz nível intermediário, com aquecimento, isolations, alongamento e adágio no estilo Jazz Lyrical. Diagonais com corridas, saltos e giros. Coreografia em estilo Contemporary Jazz.
Ministrante: Gabrielle Huang
Gabrielle Huang é bailarina, professora e coreógrafa, ministra aulas de Dança do Ventre, Tribal Fusion, Ballet Clássico, Jazz, Hip Hop, também pratica dança indiana, tango e outros estilos de dança. É formada pelo selo de dança Khan El Khalili na dança do ventre, além de ser vencedora de festivais nacionais e internacionais com prêmios especiais e destaques. Através do Ballet Clássico representou o Brasil no exterior com cursos intensivos e festivais renomados em Berlim – Alemanha, NY – EUA, Miami – EUA em cursos de verão, Festivais e workshops. Faz parte da banca de mestres do Congresso Tribal Sul-Americano Americano desde 2016 em workshops de tribal fusion e FCBDS®. Atualmente ministra aulas, faz júris de Festivais e shows de gala.
Nesse workshop, exploraremos as possibilidades de movimentos de tronco, quadril e deslocamentos em conjunto, trazendo maior desenvolvimento técnico e criativo para a bailarina. A aula é voltada para bailarinas de nível avançado, já que faremos refinamento de técnica que a bailarina já possua com novas possibilidades de crescimento.
Ministrante: Filipi Ursão
Filipi Ursão é coreógrafo e diretor de movimento com uma trajetória marcante em grandes produções nacionais e internacionais. Assinou a direção de movimento da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e atuou como coreógrafo no premiado espetáculo Cão Sem Plumas, da companhia de dança de Deborah Colker. Também foi responsável pela coreografia do palco Street Dance no Rock in Rio e integrou o júri do Festival de Dança de Joinville em suas 39ª e 41ª edições. Ao longo da carreira, ministrou workshops em mais de 10 países, levando sua linguagem única e experiência para diferentes culturas e públicos.
Trabalharemos técnicas, fundamentos e conceitos provenientes de diferentes estilos das Street Dances, voltados para alunos de nível iniciante e intermediário. Ao longo das horas de atividade, serão desenvolvidos exercícios de aquecimento, consciência corporal, coordenação motora, improvisação e aprimoramento técnico, culminando na aplicação desses elementos em uma sequência coreográfica. A proposta busca ampliar o repertório de movimento dos participantes, estimular a expressão corporal e fortalecer a relação entre técnica, musicalidade e criatividade.
Ministrante: B-Boy Rato
B-Boy RatoEVN é integrante da Evolution Kingz Crew, grupo que representa desde 2009, e possui 18 anos de trajetória dedicados ao Breaking. Reconhecido por sua musicalidade, originalidade e consistência nas batalhas, consolidou-se como um dos destaques da cena nacional.Entre suas principais conquistas está o título do Breaking do Verão. Em 2023, representou o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Santiago como integrante da Seleção Brasileira de Breaking, participando da estreia oficial da modalidade no evento e conquistando a 6ª colocação entre os melhores atletas das Américas. Ao longo de sua trajetória, também foi convidado a atuar como jurado em eventos e competições de Breaking no Brasil e no exterior, compartilhando sua experiência técnica e artística com diferentes gerações de atletas e fortalecendo o desenvolvimento da cultura Hip Hop.
A oficina propõe uma introdução aos fundamentos do Top Rocking como elemento estruturante do Breaking, articulando movimento, ritmo e musicalidade. Por meio de exercícios práticos de escuta ativa, percepção musical e interpretação corporal, os participantes serão convidados a compreender a relação entre os elementos sonoros da música e sua tradução em movimento. Serão trabalhadas bases, viradas, deslocamentos e sequências de Top Rocking, explorando diferentes possibilidades rítmicas e expressivas presentes na cultura Breaking. A atividade também aborda aspectos históricos e culturais do Breaking, valorizando seus fundamentos, sua conexão com a cultura Hip Hop e suas formas de comunicação através da dança. As atividades serão adaptadas aos diferentes níveis de experiência dos participantes, tendo como público alvo dançarinos, estudantes, educadores, artistas e interessados em cultura Hip Hop e Breaking, com ou sem experiência prévia.
Ministrante: Rosa Antuña
Rosa Antuña é uma coreógrafa que vem desenvolvendo um consistente trabalho na cena de dança contemporânea e dança-teatro brasileiras. Uma multiartista que traz em sua poética o hibridismo de linguagens e a pesquisa com o feminino. Tem a conexão corpo-voz como marca em seus trabalhos autorais. Bacharel em Artes Plásticas, graduada pela Escola Guignard, UEMG, formada em dança pelo Centro Mineiro de Danças Clássicas, com especialização no Centro Pro Danza de Cuba e na Palucca HochSchule für Tanz Dresden, na Alemanha, é também discípula do Odin Teatret (Dinamarca). Trabalhou no Chemnitz, Dessau e Erfurt Theater, na Alemanha e, no Brasil, no Balé da Cidade de São Paulo, Grupo de Dança 1° Ato, Mimulus Cia de Dança e Cia Mário Nascimento, nesta última, tornou-se também co-diretora da companhia, ao lado de Mário Nascimento. Criou a “Trilogia do Feminino”, três solos de dança e teatro que discutem questões da mulher contemporânea: “Mulher Selvagem”, “O Vestido” e “A Mulher que Cuspiu a Maçã”, este último, com direção da atriz italiana Roberta Carreri com estreia no Odin Teatret, em Holstebro, na Dinamarca.
Nesta oficina serão trazidos jogos de Improvisação na Dança e no Teatro impulsionando a capacidade criativa dos artistas. Serão trabalhadas dinâmicas criativas individuais, em duplas e em grupo. Os artistas serão convidados a uma reflexão crítica sobre suas improvisações, para identificar onde há potência para a construção de uma cena. Nível intermediário e avançado. Para artistas da cena: dança, teatro, circo, performance.
Mais que um evento, uma celebração da arte, da cultura e da paixão pela dança.
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